Sim, essa pergunta “Diabetes – o que posso comer?” com certeza você já fez. E as respostas que você encontrou são muito variadas. Existe de fato aquela dieta para diabetes?

Saber o que comer na diabetes é importante para manter a taxa de açúcar no sangue sempre constante, evitando os a hipoglicemia e a hiperglicemia.

Alimentos que devem ser ingeridos

Poucos carboidratos? Nenhum açúcar?

Geralmente é isso que se escuta primeiro. A maioria das pessoas ainda pensa assim e pior, pensa que agindo assim fez o possível para que o diabetes não piore. E daí vem a surpresa: os valores ficam subindo, remédios, pílulas, insulina… Se você estiver nesse caminho, pare por um momento e veja uma alternativa: Um caminho à Cura. diabetes o que pode comer

Não se pode comer doces na diabetes, pois eles contêm grandes quantidades de açúcar, o que faz a taxa de glicose subir e a diabetes ficar descontrolada, aumentando o risco de dificuldade de cicatrização, cegueira e problemas cardíacos, por exemplo. Contudo, uma vez ou outra pode-se comer algum doce diet.

Poucos carboidratos não é o caminho correto, sem açúcar nenhum tampouco – mas, você deve ingerir os carboidratos e açúcares corretos. Tudo o que é refinado, de fato, você deveria tirar de seu cardápio.

Carboidratos complexos ou fibras dietéticas

Para baixar a diabetes recomenda-se comer alimentos ricos em fibras em todas as refeições e comer sempre de 3 em 3 horas. Além disso, é importante verificar diariamente a taxa de glicose no sangue e tomar os remédios indicados pelo médico.

Quando você come esse tipo de carboidratos e açúcares, então seu organismo vai absorver os carboidratos de forma bem mais lenta e mais equilibrada. Resultado: Os picos de glicose no sangue serão menores, a curva de glicose mais estável.

Como você pode chegar a comer dessa forma? Isso começa nas suas compras. Primeiramente, uma dica por fora: Nunca vá ao mercado com fome. Comprovadamente você vai comprar mais do que quando estiver saciado. Isso é bom para você e o seu bolso.

Cereais integrais, legumes, frutas…

… o caminho à cura começa por aí. E não é um caminho tão difícil assim. Vale a pena, porque o que está em jogo, e sua saúde. Eu mesmo fui diagnosticado pré-diabetes e consegui vencer esse diagnóstico, invertendo-o com medidas simples.

O caminho à cura vai pela alimentação. Basta voltar à alimentação original do ser humano chamada de alimentação ovo-lacto-vegetal natural intensiva, e a inversão do quadro está programada. Não lhe prometo uma cura em poucos dias ou em duas semanas – pode demorar mais, mas você vai ver e sentir os progressos manifestos em seu bem-estar geral.

Isso você pode comer tranquilamente

A receita básica é começar o dia com cereais integrais não processados, frutas naturais e seguir nas demais refeições com principalmente legumes, verduras e leguminosas criados de forma natural, preferencialmente sem agrotóxicos. Nas cidades brasileiras já tem como adquirir esse tipo de produto e se você morar no interior e tiver um pedacinho de terra, por que não começar uma horta por menor que seja?

Para mais informações e ter o um plano de alimentação, adquira aqui o livro destruir a diabetes.

 

É muito comum ir ao salão de beleza e não ter todas as expectativas atingidas após sair de lá. Equilibrar o que se espera de um tratamento e o que é possível fazer é complicado. Pensando nisso, a Vogue Brasil entrevistou o hairsylist Diego Queiroz, que falou sobre alguns erros comuns dos clientes em salão.

O primeiro deles é não falar sobre o histórico do seu cabelo. O profissional que vai mexer nele, seja apenas para um serviço esporádico ou permanentemente, precisa saber sobre os tratamentos feitos anteriormente em suas madeixas, para tratar corretamente da saúde delas. Levar uma imagem de referência também é muito importante e algo que muitos deixam de fazer. Ao mostrar ao profissional como você deseja o seu cabelo, ele poderá atingir um resultado que atenda suas expectativas com mais facilidade.

Ele também indica que compartilhe um pouco do seu estilo, roupas que gosta de usar etc durante o tratamento, para que consiga oferecer sugestões que podem melhorar o resultado. Entender seus fios e não definir metas irreais também é muito importante. Ao nos espelharmos em celebridades, é importante buscar aquelas que possuem o mesmo comprimento ou textura dos cabelos, para um resultado mais fiel.

Outra dica é adaptar o corte que você vai fazer com a sua rotina. Se você não tem muito tempo na sua agenda e opta por um que precise de manutenção diária, você provavelmente não terá tempo para cuidar. Escolha um que se encaixe no seu dia a dia. Para quem vai cortar e descolorir, a dica é fazer primeiro o corte, para que a nova cor esteja no comprimento real dos seus fios.

As pessoas têm o costume de dizer que cortar as pontas do cabelo ajuda no crescimento, mas para isso, é mais eficaz manter seu couro cabeludo limpo e manter uma dieta saudável. O recomendável é que se tire as pontas duplas a cada seis semanas, no máximo oito, o que evita a ruptura e mantém o cabelo saudável e forte à medida que cresce. Diego lembra também que não devemos ter a expectativa de sair com uma mudança radical na cor dos nossos cabelos na primeira ida ao salão. Deixar os fios platinados ou mudar de uma cor escura para uma clara de forma segura é um processo que requer mais de uma sessão de descoloração, alternadas com um bom tratamento, para evitar que o cabelo quebre.

A dica mais importante de hoje é: ao cuidar dos seus cabelos, escolha profissionais em quem você confia. O Profissional da Beleza Anticrise 2.0 conta com um conteúdo imenso para ajudar você a montar e lucrar com um salão de sucesso. Clique aqui no link marcado para conhecer mais sobre esse treinamento profissionalizante agora.

Existem inúmeros Processos de Tratamento de Esgoto Sanitário e a escolha do processo ideal baseia-se principalmente no nível de eficiência desejado (consequência da qualidade do efluente final, compatível com a necessidade do corpo receptor), na área disponível para sua implantação, no custo e na complexidade de implantação e operação de cada processo, nas condicionantes ambientais relativas à locação da unidade, na produção e disposição de lodos e na dependência de insumos externos.

O tratamento dos esgotos é usualmente classificado em níveis de eficiência: preliminar, primário, secundário ou terciário. Estes podem ser complementares em uma ETE, facilitando sua execução em etapas de eficiência, caso os recursos financeiros disponíveis para sua construção não sejam suficientes e o enquadramento do corpo receptor permita a utilização de metas intermediárias. Por exemplo: pode-se construir e operar, primeiramente, a ETE com nível de tratamento primário e, depois, de acordo com o planejamento, complementar a construção e operação com o nível secundário ou terciário. É preciso salientar que essa possibilidade deve estar de acordo com a legislação vigente e ser negociada previamente com o órgão de recursos hídricos e órgão ambiental, quando da outorga de uso de recursos hídricos e do licenciamento ambiental do empreendimento.

No vídeo abaixo, veja como funciona o tratamento de esgoto da SABESP.

 

O Tratamento preliminar é responsável pela remoção de sólidos grosseiros e areia presentes no esgoto afluente. Tem como objetivo evitar o acúmulo de sólidos grosseiros e material inerte e abrasivo nas tubulações e demais unidades da ETE. Sempre que possível, recomenda-se mecanizar e automatizar essa etapa, o que alia alta eficiência à continuidade operacional, associadas à proteção à saúde dos trabalhadores. A mecanização dispensa qualquer contato físico do pessoal operacional com o esgoto e os detritos afluentes. A concepção de realizar a operação e limpeza dessas unidades de forma manual aumenta o risco de contato dos empregados com o esgoto, implicando riscos à saúde.

O Tratamento e Desentupimento em Tatuí Primário envolve unidades de tratamento que adotam decantadores primários, processos exclusivamente de ação física que promovem a sedimentação das partículas em suspensão, ou lagoas anaeróbias/reatores anaeróbios, que se utilizam das bactérias que proliferam em ambiente anaeróbio para a decomposição da matéria orgânica presente no esgoto. Vale ressaltar que alguns autores classificam as lagoas anaeróbias ou reatores anaeróbios como tratamento secundário.

O efluente líquido (clarificado, ou seja, após passar por um processo de decantação) do tratamento secundário ainda possui altos níveis de nutrientes como nitrogênio e fósforo. A emissão em excesso destes pode acarretar o fenômeno chamado eutrofização, que proporciona o crescimento excessivo de algas e cianobactérias. Por causa desse crescimento excessivo, a luz do sol não consegue penetrar na água e, consequentemente, a maior parte dessas algas acaba morrendo. A decomposição das algas remove o oxigênio da água, causando a morte biológica do corpo hídrico, incluindo os peixes. O fenômeno ocorre normalmente em ambiente lêntico, isto é, ambiente que se refere à água parada, com movimento lento ou estagnado, como lagos, reservatórios, lagoas, açudes etc.

Quando o tratamento secundário não remove nitrogênio e fósforo nos percentuais exigidos pelo órgão ambiental, utiliza-se o tratamento terciário. A remoção de nitrogênio é normalmente realizada no processo de lodos ativados. Geralmente, a remoção de fósforo é realizada por meio de tratamento químico, utilizando-se sulfato de alumínio, cloreto férrico ou outro coagulante.

 

Resultado de imagem para reator biológico

 

 

 

 

 

 

 

Considera-se também tratamento terciário aquele que se destina à remoção de organismos patogênicos, a chamada desinfecção. Sistemas de tratamento que envolvem disposição no solo ou lagoas de estabilização, em muitos casos, já têm a capacidade de efetuar redução considerável no número de patogênicos, dispensando, assim, um sistema específico para desinfecção. Nos outros casos, faz-se necessária a previsão de instalações para a desinfecção, que geralmente é efetuada por meio do uso do cloro, ozônio e, mais recentemente, radiação ultravioleta.

 

Após esses esclarecimentos básicos, para o entendimento das diversas etapas de eficiência em Estações de Tratamento de Esgoto, segue apresentação e descrição sucinta de alguns dos principais sistemas de tratamento de esgoto sanitário.

  • Fossas sépticas: são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação da matéria sólida contida no esgoto.
  • Reator anaeróbio de fluxo ascendente: também conhecido por reator anaeróbio de manta de lodo e pelas siglas UASB (do inglês Upflow Anaerobic Sludge Blanket), Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente – RAFA e Reator Anaeróbio de Leito Fixo – RALF. O reator UASB é uma unidade que pode operar sem necessidade de qualquer equipamento móvel ou fonte de energia externa.
  • Lodo ativado convencional: o processo por lodos ativados foi dos primeiros processos de tratamento de esgoto que teve seu desenvolvimento baseado no uso de tecnologia e conhecimento científico. Mundialmente consagrado, apresenta elevada eficiência no tocante à remoção de matéria orgânica e sólidos em suspensão.
  • Lodo ativado aeração prolongada: variante do processo de lodos ativados convencional, normalmente utilizado em unidades de tratamento de pequeno/médio porte, por se tratar de uma versão mais simples e robusta em termos operacionais. Apresenta, em contrapartida, o inconveniente de requerer maior consumo de energia externa, elevando consideravelmente o custo operacional da unidade.